Não existe final feliz...
Sou diferente. Me arrumo pela imposição, não porque eu quero.
Gosto mesmo é de tênis e andar de cabelo preso.
Mas nesse mundo, eu não tenho vez.
É tanto salto agulha, vestido colado e curto, cabelo liso e maquiagem que eu nem sei se faço parte do mesmo mundo.
É frustrante esperar que alguém goste de mim por quem eu sou e como eu sou. Não quero vestir uma máscara para que alguém me note.
A cada dia que passa, me decepciono mais e percebo que eu preciso sim dessa tal máscara...
Será que essa máscara salva de solidão? Ou será que nem com ela eu apareço?
É tudo mentira e tudo crueldade... Talvez minha mente não seja tão atraente... Se nem o conteúdo interessa, de que adianta o frasco?
O pior de tudo é ser tão alheia ao mundo que eu acabo me apaixonando por quem sempre me viu e me tratou como amiga. POR QUE eu faço essas coisas?
Queria entender a minha mente maluca, que só erra, que se precipita, que sonha demais...
Por que isso machuca tanto? Se eu fosse igual a todo mundo eu seria feliz? Faz diferença?
Vou ali comprar uma máscara falsa de 100% feliz o tempo todo para você largar de ser hipócrita. Mostra lá sua felicidade, você é a pessoa mais vazia que eu conheço, só fala e fala... Os sábios de verdade, escutam!
Porque se adaptar é difícil e desabafar é um refúgio...
terça-feira, 16 de julho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
Areia Movediça
Como dizer, sem ser óbvia, tudo aquilo que eu não tenho?
Nessa última semana tanta coisa me fez voltar atrás... Consultar um passado que eu achava que nem existia mais. Ainda existe, ainda mexe comigo, ainda sinto nostalgia e toda a mistura maluca de sentimentos.
Ainda sinto raiva e curiosidade sobre os motivos, ainda sinto saudade do tanto que eu era aberta e entusiasmada... Saudades de uma infância/adolescência sem medos, com muito esporte, boas risadas e amigos que se mantêm na minha vida até hoje.
Essa semana me fez repensar muitas coisas...
Por mais orgulhosa que eu seja, por mais que a máscara seja de alguém forte e despreocupada... Essa máscara ainda esconde as mesmas inseguranças.
As mesmas incertezas ainda me rodeiam e agora, existem outras coisas e outras pessoas. Como desfaz esse nó?
Como que eu lido comigo mesma e com os outros? O ser humano é um mistério... Se eu não me entendo, como eu deveria entender qualquer outra pessoa?
Por que tanta inveja? Pra que tanto veneno?
Nos meus sonhos tudo é mais puro, tudo dá certo. E mesmo em sonho, exige esforço.
Queria aprender com os meus erros, queria ser melhor e aprender com os seus também.
Se eu cair... Quem vai me segurar? Quem vai me ajudar a me levantar? Não sei mais se ainda tenho força pra fazer isso sozinha.
Desaprendi a entender, desaprendi a perceber, desaprendi a demonstrar e me mostrar. Mas, ironicamente, aprendi a fingir. E, nossa, eu merecia um Oscar.
Se não consigo solucionar, se consertar é impossível... Está na hora de aprender a fugir. E fugir sem destino, sem data pra voltar, apenas seguir e esperar estar indo em frente. Um passo em falso e volto aos mesmos erros, medos e devaneios. Um passo em falso e perco tudo o que não conquistei.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Molde
Um pouco de cada um...
E muito de mim.
Em mim, já existiu amor, melancolia e até ódio.
Mas aprendi a dividir as cargas que a vida me impõe.
Aprendi o verdadeiro significado de amizade.
Aprendi que a melhor parte do dia é quando a gente ri até chorar.
Aprendi a fazer rir quem quer chorar.
Aprendi a compartilhar sentimentos.
Apenas aprendi.
Quando você dedica parte de si para alguém, é como se o mundo fosse mais bonito e agora, você tem um amigo para olhar com você.
Dias em que eu fui dormir preocupada... Será que você está bem?
Dias em que eu fui dormir feliz... Você me fez sorrir e dividiu um pouco de si comigo.
Dias em que eu fui dormir completa... Você me deixou saber que faz o mesmo por mim.
E muito de mim.
Em mim, já existiu amor, melancolia e até ódio.
Mas aprendi a dividir as cargas que a vida me impõe.
Aprendi o verdadeiro significado de amizade.
Aprendi que a melhor parte do dia é quando a gente ri até chorar.
Aprendi a fazer rir quem quer chorar.
Aprendi a compartilhar sentimentos.
Apenas aprendi.
Quando você dedica parte de si para alguém, é como se o mundo fosse mais bonito e agora, você tem um amigo para olhar com você.
Dias em que eu fui dormir preocupada... Será que você está bem?
Dias em que eu fui dormir feliz... Você me fez sorrir e dividiu um pouco de si comigo.
Dias em que eu fui dormir completa... Você me deixou saber que faz o mesmo por mim.
domingo, 5 de maio de 2013
Sinais
Desconstruindo as frases para que apenas eu as entenda...
Abra os olhos, não estou por perto, mas estou.
Não procure pelo desconhecido, confie no que sabe.
Ainda estou aqui.
Conte até mil e ainda estarei aqui.
Não diretamente esperando, mas com esperança...
Entende a diferença?
Mas pode ser que eu não saiba ler.
É o mais provável...
O nó na minha cabeça, causa a ansiedade que me rodeia.
Que sem graça seria se os sinais não fossem sinais.
Qual seria a intenção de sonhar então?
Mas isso tudo é besteira, não sonho mais com o impossível!
Não acredito em utopia... Existe utopia mais utópica e revoltante que o amor?
Não leia errado os sinais, não sinto amor, apenas dei espaço para algo que não existia mais.
Triste esperança, que me engana, que me faz refém de vontades inalcançáveis.
Boa esperança que me dá motivo para acreditar e ser menos cética.
Por favor, não anule minhas asas, ainda quero voar.
Abra os olhos, não estou por perto, mas estou.
Não procure pelo desconhecido, confie no que sabe.
Ainda estou aqui.
Conte até mil e ainda estarei aqui.
Não diretamente esperando, mas com esperança...
Entende a diferença?
Mas pode ser que eu não saiba ler.
É o mais provável...
O nó na minha cabeça, causa a ansiedade que me rodeia.
Que sem graça seria se os sinais não fossem sinais.
Qual seria a intenção de sonhar então?
Mas isso tudo é besteira, não sonho mais com o impossível!
Não acredito em utopia... Existe utopia mais utópica e revoltante que o amor?
Não leia errado os sinais, não sinto amor, apenas dei espaço para algo que não existia mais.
Triste esperança, que me engana, que me faz refém de vontades inalcançáveis.
Boa esperança que me dá motivo para acreditar e ser menos cética.
Por favor, não anule minhas asas, ainda quero voar.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Homens
Você me deixa louca!
Você, com seu olho cor de mel hipnotizante...
Você, com seu jeito bem resolvido e ainda assim, dependente de ser...
Você, com toda essa beleza e charme que me desestruturam...
Você, que me confunde em tudo que diz!
Você, que me faz rir e me irrita ao mesmo tempo...
Você, que mesmo impossível me encanta...
Mas não esqueço você, que me transforma todo dia.
Meu problema é com todos vocês! Razão dos meus tormentos!
Você, com seu olho cor de mel hipnotizante...
Você, com seu jeito bem resolvido e ainda assim, dependente de ser...
Você, com toda essa beleza e charme que me desestruturam...
Você, que me confunde em tudo que diz!
Você, que me faz rir e me irrita ao mesmo tempo...
Você, que mesmo impossível me encanta...
Mas não esqueço você, que me transforma todo dia.
Meu problema é com todos vocês! Razão dos meus tormentos!
sábado, 6 de abril de 2013
744 horas
A noite foi chegando... E meu humor virando. Foi como se meu corpo soubesse que o dia hoje é diferente.
Quando me dei conta estava chorando. Mal posso acreditar que já faz um mês. Um mês que em algum momento dos meus dias eu me lembro da imagem ou das músicas, um mês que eu sinto uma saudade inexplicável, não sei expressar isso, nunca tinha perdido um ídolo.
Eu sonhei com ele ontem... Não me lembro do sonho em si, mas acordei tranquila, deve ter sido um sonho bom.
Ainda dói... Faz sentido?
Ainda machuca ouvir Meu Novo Mundo. Simplesmente não consigo não me importar... Não sentir...
Eu não deixei de viver, depois de alguns dias consegui me concentrar, voltei a rotina e esqueci a dor, me lembrei apenas da saudade. Agora, como se fosse um despertador, a dor voltou, as lágrimas tomaram conta dos meus olhos mais uma vez.
Eu não me importo com a causa da morte. Ídolo a gente admira, toma como exemplo, mas a sua personalidade e o seu caráter é que definem suas ações e o peso de cada uma delas. Sua mente é que te controla, não a música que você ouve, ou a imagem que você vê.
Um mês de um céu meio cinza, um mês sem Chorão.
Um texto inacabado, um sentimento que eu sei que vai durar...
Quando me dei conta estava chorando. Mal posso acreditar que já faz um mês. Um mês que em algum momento dos meus dias eu me lembro da imagem ou das músicas, um mês que eu sinto uma saudade inexplicável, não sei expressar isso, nunca tinha perdido um ídolo.
Eu sonhei com ele ontem... Não me lembro do sonho em si, mas acordei tranquila, deve ter sido um sonho bom.
Ainda dói... Faz sentido?
Ainda machuca ouvir Meu Novo Mundo. Simplesmente não consigo não me importar... Não sentir...
Eu não deixei de viver, depois de alguns dias consegui me concentrar, voltei a rotina e esqueci a dor, me lembrei apenas da saudade. Agora, como se fosse um despertador, a dor voltou, as lágrimas tomaram conta dos meus olhos mais uma vez.
Eu não me importo com a causa da morte. Ídolo a gente admira, toma como exemplo, mas a sua personalidade e o seu caráter é que definem suas ações e o peso de cada uma delas. Sua mente é que te controla, não a música que você ouve, ou a imagem que você vê.
Um mês de um céu meio cinza, um mês sem Chorão.
Um texto inacabado, um sentimento que eu sei que vai durar...
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Navegando...
Um pouco de tudo e muito de nada. Um meio ainda perdido. Um projeto de qualquer coisa.
Um inacabado de um início meio inesperado. Ainda não sou concreta... Ou seria completa?
Não mais perdida em sentimentos, mas ainda devaneio em pensamentos. Não mais estupidamente passional... ao menos não por inteiro. Ainda raciocino, ainda sonho, ainda sou um pouco de tudo que já fui e apesar disso, me sinto cada vez menos quem eu era.
Perdida no meio do caminho... Mas isso já não me incomoda, não faço mais questão de me achar ou de achar e identificar qualquer outra coisa. Me prefiro assim, pensando em mim e nos vazios cheios da minha mente. Me prefiro assim, independente.
Ainda sei dos valores e importâncias, mas sei também dos momentos de desconexão, esquece o mundo, voa, mas não vive em vão. Ou vive? No meio desse mar de 1 e 0 existe um mundo do qual absorvo vida... Bizarro? Depende da lente que você usa para enxergar. Meu mundo não é pequeno, minha vida não é vazia e eu não sou alienada. Posso ser absorvida pelo meu próprio ego, mas ainda sei sentir... Mesmo que eu negue e renegue, ainda sei chorar e sonhar, mas nunca desaprendi a viver e confiar. Apesar dos erros e das pedras que me atingiram, apesar dos atestados de loucura, nunca me faltou fé no ser humano... Mesmo sendo um ser tão errado e sem destino, mesmo sendo cruel algumas vezes. De vez em quando eu me lembro do lado bom, do sorriso, da música... E o resto? O resto passa a ser um muito de nada. Nada importante pelo menos. Nada que valha a pena ser lembrado.
Lembranças de tempos não tão distantes, lembranças do que nem me lembro de ter esquecido, tempos além da infância... Ou será que não me lembro de ter lembrado? É tudo tão confuso que volto ao começo, volto ao estado de confusão. Perdida, mais uma vez...
Um inacabado de um início meio inesperado. Ainda não sou concreta... Ou seria completa?
Não mais perdida em sentimentos, mas ainda devaneio em pensamentos. Não mais estupidamente passional... ao menos não por inteiro. Ainda raciocino, ainda sonho, ainda sou um pouco de tudo que já fui e apesar disso, me sinto cada vez menos quem eu era.
Perdida no meio do caminho... Mas isso já não me incomoda, não faço mais questão de me achar ou de achar e identificar qualquer outra coisa. Me prefiro assim, pensando em mim e nos vazios cheios da minha mente. Me prefiro assim, independente.
Ainda sei dos valores e importâncias, mas sei também dos momentos de desconexão, esquece o mundo, voa, mas não vive em vão. Ou vive? No meio desse mar de 1 e 0 existe um mundo do qual absorvo vida... Bizarro? Depende da lente que você usa para enxergar. Meu mundo não é pequeno, minha vida não é vazia e eu não sou alienada. Posso ser absorvida pelo meu próprio ego, mas ainda sei sentir... Mesmo que eu negue e renegue, ainda sei chorar e sonhar, mas nunca desaprendi a viver e confiar. Apesar dos erros e das pedras que me atingiram, apesar dos atestados de loucura, nunca me faltou fé no ser humano... Mesmo sendo um ser tão errado e sem destino, mesmo sendo cruel algumas vezes. De vez em quando eu me lembro do lado bom, do sorriso, da música... E o resto? O resto passa a ser um muito de nada. Nada importante pelo menos. Nada que valha a pena ser lembrado.
Lembranças de tempos não tão distantes, lembranças do que nem me lembro de ter esquecido, tempos além da infância... Ou será que não me lembro de ter lembrado? É tudo tão confuso que volto ao começo, volto ao estado de confusão. Perdida, mais uma vez...
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